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Mkmouse - Revista Mensal Edição nº 098 - 31 Agoto de 2019

Curiosidades:

11 Hábitos Incríveis Dos Monges Budistas Que Todas As Pessoas Deveriam Ter


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Às vezes pode ser difícil encontrar significado e propósito na vida.

Passamos tanto tempo trabalhando e ocupados que esquecemos de parar e olhar dentro de nós mesmos para ver o que realmente queremos na vida.

Felizmente, os sábios e místicos ao longo dos anos encontraram o mesmo problema, resultando em uma sabedoria valiosa da qual todos podemos nos beneficiar.

O budismo zen contribuiu grandemente para o pensamento humano sobre como podemos viver vidas mais pacíficas e felizes.

Ingredientes:

Hoje vamos rever 11 dos mais importantes ensinamentos budistas que podem nos ajudara viver uma vida melhor.

Estes são os hábitos dos monges budistas:


1) Se concentre em uma coisa de cada vez

Este é um ponto simples, mas muito importante que simboliza um aspecto importante da filosofia zen.

Se concentrar em uma coisa de cada vez é essencial:

Se concentrar na tarefa sem se distrair.

O que quer que esteja em sua presença naquele momento, dedique toda a sua atenção.

Está cientificamente provado que o cérebro simplesmente não consegue lidar eficazmente com a multitarefa.

Pode parecer que mais está sendo feito, mas, na realidade,provavelmente não é o caso e a qualidade do trabalho está, sem dúvida,diminuindo.

Se você pode se comprometer a fazer uma coisa de cada vez, você estará mais comprometido em cada momento e mais capaz de viver uma vida pacífica e feliz.


2) Dê o seu melhor

Fazer algo com cada pulso do seu ser significa estar totalmente concentrado no momento presente.

Não estou falando de uma concentração tensa.

Em vez disso, pretendo me concentrar no momento presente com uma concentração pacífica e sustentada.

Você está aqui, vivendo agora, totalmente comprometido com o que está fazendo, e não há nada mais com o que se preocupar.


3) Deixe de lado o que você não pode controlar

Deixar de lado o que está fora do seu controle é uma grande parte da filosofia zen.

Quando você percebe a impermanência de tudo ao seu redor, você começa a deixar ir e aproveitar o mundo.

No entanto, ao longo de nossas vidas,muitos de nós naturalmente nos apegamos a relacionamentos, objetos materiais e circunstâncias da vida.

Mas, ao querer manter essas coisas fixas, resistimos ao caminho natural da mudança.

Assim, em vez de continuar essa tendência, elimine o atrito liberando o que você não pode controlar, deixe as coisas fluir em com o universo.


4) Tenha apenas o que é necessário

Muitos de nós desejam e acumulam bens desnecessários como se fosse um vício.

No entanto, de acordo com a filosofia budista, pode ser prejudicial desejar objetos superficiais.

Não faz muito sentido na vida e pode deixar você em um processo infinito de desejo quando a emoção de possuir essas posses materiais desaparece.

Quanto mais você puder eliminar “coisas” em sua vida, menos confuso você se sentirá.

Isso não envolve apenas posses materiais.

Você pode se perguntar o que é realmente importante em sua vida e focar apenas nas suas maiores prioridades.

Uma vida simplificada é mais agradável e menos complicada.


5) Mantenha contato com sua saúde mental

Verifique com você mesmo de vez em quando para ter certeza de que você está bem.

A vida é agitada e difícil,e podemos nos deixar levar pela agitação, se nos deixarmos levar.

Você também pode usar esse tempo para refletir sobre o que está consumindo, com quem está gastando tempo e o que realmente está fazendo em sua vida.

Qualquer coisa que não agregue valor à sua vida pode valer a pena se livrar.


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6) Crie uma ordem na sua vida

De acordo com a filosofia budista, a ordem é importante porque nos dá a verdadeira liberdade.

A maioria das pessoas não vê ordem desta maneira, mas isso é devido a um mal-entendido.

Ter uma estrutura diária em sua vida permite que você se concentre no que é importante e organize o tempo para simplesmente relaxar.

Significa estar ciente do que realmente estamos fazendo com o nosso tempo.


7) Viva como se você fosse morrer amanhã

Muitos de nós vivemos nossas vidas ignorando completamente quaisquer pensamentos de morte.

Mas a filosofia budista diz que isso é um grande erro, porque estar ciente de nossa impermanência pode ser uma grande fonte de alegria.

Apreciaremos muito mais nossa existência, porque perceberemos que talvez não a tenhamos novamente.


8) Use suas habilidades criativas

É importante se expressar de forma criativa.

Seja poesia, arte, esportes ou escrita, usar suas habilidades criativas pode ser uma ótima fonte para viver o momento e aproveitar sua vida.

Se permita expressar plenamente e manter nossa saúde emocional sob controle.


9) Viva em equilíbrio

Isso basicamente significa que não devemos viver em qualquer fim de vida.

Em vez disso, nos esforçamos para manter um equilíbrio.

É um princípio importante que literalmente afeta todas as partes de nossas vidas.

Pense em dois fatores importantes da vida: trabalho e família.

Seguindo este princípio, você gasta a mesma quantidade de tempo em cada um deles, em vez de se concentrar demais em qualquer um deles.


10) Pratique meditação

Esta é talvez a coisa mais importante de todas quando se trata de viver uma “vida zen”.

A meditação permite que você pare e se conecte com você mesmo para encontrar a verdadeira paz interior.

Gastando 20 minutos por dia meditando, você pode aprender a acalmar sua mente e liberar qualquer emoção negativa.


11) Viva a sua vida a serviço dos outros

Se você está procurando por uma vida plena, ou se deseja adicionar alegria inesperada à sua vida, trabalhe a serviço dos outros.

Nada pode lhe trazer mais paz e prosperidade do que colocar as necessidades dos outros antes da sua.


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Fontes:-

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São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

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    Curiosidades:

    14 Comics sobre como as mulheres mudaram nos últimos tempos

    Vivemos em uma época maravilhosa em que tudo muda rapidamente: a tecnologia, a moda, o estilo de vida e, claro, as pessoas e suas atitudes em relação a tudo isso.

    Mas hoje queremos te mostrar quais as mudanças que mais afetaram as mulheres, comparando como alguns aspectos eram antes e como são hoje.

    O Incrível.club preparou ilustrações sobre como eram as mulheres no passado e como são hoje em dia. Claro que nunca devemos generalizar, mas em geral essas mudanças são muito recorrentes.


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    A moda das tatuagens está mudando rapidamente e já podemos imaginar

    O que nos espera no futuro

    Hoje, o importante é o abelo, não o corpo


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    E o tamanho da roupa que cobre esse corpo também é cada vez menor

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    O cabelo é a riqueza de toda mulher, e essa riqueza pode ter qualquer comprimento e qualquer cor

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    Hoje, a mulher não precisa usar vestidos para se mostrar feminina

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    As mulheres são donas da vida delas e isso ninguém vai mudar

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    A tecnologia também está com elas

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    Os encontros entre amigas são sagrados, ainda que agora eles podem ser mais barulhentos

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    A gravidez e o parto são outra história

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    E até mesmo as mulheres ricas não precisam conservar uma pele pálida

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    A mulher moderna é natural, ainda que para isso use centenas de cosméticos

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    Hoje, fazer chapinha é pedir para ser criticada

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    Portanto, o conceito de beleza mudou muito

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    E até mesmo as sobrancelhas (forma, cor e tamanho) mudaram

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

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    Curiosidades:

    Como medir a luz do dia restante com a mão.


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    Você está na mata perto do final do dia e se pergunta: devo montar acampamento agora ou tenho luz do dia suficiente para continuar caminhando pela trilha?

    Mas você não tem certeza de que horas é o pôr-do-sol e, portanto, quanta luz você tem.

    Claro, você pode verificar o seu relógio / telefone, se você tiver um.

    Mas talvez não esteja funcionando e, mesmo que seja, há um método simples e antigo que você pode empregar para descobrir quantas horas de luz do dia existem antes de o sol se pôr. A parte legal é que o único equipamento que você precisa é de suas mãos.

    Tenha em atenção que este método varia de acordo com a sua localização geográfica.

    No norte, o sol se põe em ângulos mais rasos, permitindo uma luz mais usável do que suas mãos mostrarão.

    O dia vai escurecer mais rápido nos trópicos, onde o sol se põe quase em linha reta.

    E não importa em que latitude você esteja, considere também seu ambiente local.

    Se o sol estiver se pondo em direção a uma cadeia de montanhas, você perderá a luz muito mais rápido do que em uma planície aberta.

    Em uma floresta, você também perderá a luz mais rápido à medida que a copa das árvores bloqueia a luz fraca do crepúsculo.



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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

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    Curiosidades:

    Educação musical: investindo no presente, construindo o futuro

    17 de março de 2016


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    Nas últimas duas décadas, o Brasil parece estar despertando para a importância da educação musical.

    Não é de hoje que estudos comprovam quanto o ensino da música pode aumentar a qualidade de vida e o bem-estar social.

    Portanto, o aprendizado musical não deve ser encarado apenas como um meio para formar músicos, já que seus benefícios vão muito além: a música estimula a criatividade, o raciocínio matemático e lógico, além de, em muitos casos, ser a mola propulsora para se quebrar paradigmas e preconceitos sociais.

    Muitas crianças que entram em contato com a música têm sua realidade transformada por ela.

    E por meio do estudo musical conseguem superar barreiras e conquistar sonhos que pareciam distantes.

    É o que conta, por exemplo, a violinista Geisa da Silva dos Santos, que através de uma das bolsas de estudo oferecidas pelo Mozarteum Brasileiro teve a oportunidade de estudar na Alemanha.

    “Estudar na Academia da Filarmônica de Berlim é um sonho de milhares de jovens músicos do mundo inteiro”, revela.

    “Passei a ter este sonho quando comecei a tocar violino em um projeto social na periferia de Salvador (BA), aos 14 anos de idade. Minha vida mudou a partir dali.

    Quando tive meu primeiro violino comecei a pesquisar sobre orquestras e procurei saber qual era a melhor do mundo.

    Vi muita coisa na internet sobre a Filarmônica de Berlim e logo pensei comigo mesma: ‘um dia quero conhecer esta grande orquestra!’.

    Hoje estou aqui em meio a grandes músicos, aprendendo muito, para um dia poder passar este conhecimento adiante.”

    Outro benefício que a educação musical traz é o aprendizado do valor do trabalho em equipe.

    Pessoas que passam por um processo musical em geral se tornam mais aptas a trabalhos em grupo, além de elevarem a autoestima e a inteligência emocional.

    O jovem violoncelista Lucas Martins de Barros Santos, outro bolsista pelo Mozarteum na Deutsches Symphonie-Orchester, também de Berlim, relata a riqueza de sua experiência orquestral:

    “Tem sido uma experiência muito boa poder aproveitar e absorver tanto de uma orquestra repleta de músicos excepcionais.

    Já sinto melhora técnica, uma vez que a orquestra nos puxa para frente devido ao seu alto nível.

    Mas, sem sombra de dúvida, a evolução maior vem da experiência de tocar em orquestra.”

    E se engana quem pensa que ter acesso a concertos de música erudita é algo caro e privilégio de poucos.

    O Mozarteum Brasileiro proporciona essa experiência rica e prazerosa não apenas a jovens estudantes, mas a pessoas de todas as classes sociais e níveis de conhecimento musical, por meio de diversos projetos como o Clube do Ouvinte, os Concertos ao ar Livre e as Matinês Clássicas para Crianças


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    Fontes:-

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

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    Curiosidades:

    Thrmae: Os Banhos na Roma Antiga (Parte 4)

    26/06/2010 por The Archeology


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    Giuseppe Barbaglia, Bagno Pompeiano, 1872

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    Reconstrução virtual do Caldarium, Thermae romana de Segobriga, Espanha.
    O ambiente permanecia quente devido ao ar transportado pelas paredes.
    Este ar esquentava os tijolos que projetava o calor para o ambiente.

    Os romanos usavam as águas termais quentes para aliviar seu sofrimento de reumatismo e artrite, causados pelo excesso de comida e bebida, e o Caldarium era a câmara destinada aos banhos quentes e aos banhos de vapor.

    O Caldarium podia ser redondo ou retangular, com um ou mais tanques (piscinae) de água quente, ou banheiras individuais.

    Os arquitetos construíam geralmente no lado sul ou sudoeste das balneários, para explorar o calor natural do sol.

    Em estruturas mais antigas, o calor era obtido com braseiros simples. Com o tempo, se tornou comum os romanos ultilizarem um sistema de aquecimento por circulação de ar quente em baixo do piso e através das paredes, o Hypocaust.


    Hypocaust:

    O piso do Caldarium era formada por uma camada de concreto, que se apoiava em pilares de tijolos (suspensura) em um espaço oco destinado a circulação de ar quente.

    Este sistema poderia ser completado transportando o ar quente também nas paredes do Caldarium.


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    A Recriação artística da magnífica decoração de uma câmara e uma piscina nas Termas de Caracalla: Mármores, colunas, fontes e estátuas.
    Observe o funcionamento do Hypocaustum abaixo do piso.
    Existia uma rede complexa de quartos no subsolo, onde havia salas de serviços que permitiam a administração prática da Thermae completamente escondida aos olhos dos visitantes.

    Este vídeo traz uma pequena explicação de como funcionava o Hypocaust em um Thermae romano, (em inglês).

    Não se sabe com certeza temperatura que era geralmente obtida no Caldarium.

    A temperatura nos termas modernas é 35 ° C , enquanto em saunas finlandesas podem chegar a 70 ° C. Sabe-se que Romanos usavam sandálias de madeira com objetivo único de resistir à temperatura de Caldarium, considera-se que a temperatura em um Caldarium não poderia exceder a temperatura de 50-55 ° C.


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    Ilustração artística da aparência das Temas de Caracalla.
    Haviam dois tipos de termas nas cidades romanas.
    Para a classe plebéia: construções simples e apertadas
    Para os Patrícios: verdadeiros monumentos e pequenas cidades dentro da cidade. Dentro das Termas de Caracalla, um dos mais importantes em Roma, existiam teatros, bibliotecas, salas de estudo e até lojas.

    Os romanos também desenvolveram Thermae em suas colônias, aproveitando as fontes quentes e naturais que ocorrem na Europa para a construção de Thermae em Aix e Vichy na França, Bath, na Inglaterra e Buxton, Aachen e Wiesbaden na Alemanha, em Baden, Áustria e Aquincum, Hungria, entre outros locais.

    Estes Thermae tornaram-se o centro das atividades recreativas e sociais nas comunidades romanas. Bibliotecas, auditórios, ginásios e jardins faziam parte de alguns complexos de Thermae.

    Há diversas ruínas de termas em vários pontos do território antigamente ocupado pelo Império Romano.


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    An Antique Custom pintado por Alma Tadema.
    Um dos hábitos era espalhar perfumes e vinhos aromáticos na água, hábito semelhante aos antigos egípcios que misturavam diversas substâncias na água.

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    The Frigidarium, pintado por Sir Lawrence Alma-Tadema.
    A atmosfera da Thermae recriada através da pintura neoclássica.

    Thermae: Os Banhos na Roma Antiga ( Parte 3)
    25/06/2010 por The Archeology


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    In the Tepidarium, pintado por Alma-Tadema, 1881
    O Tepidarium era usado depois do frigidarium.
    O banhista que desejava atravessar para o banho quente, entrava no processo de transpiração no tepidarium.
    Esta câmara não possuia banheiras.
    Era uma sala agradavél, aquecida com ar quente, a fim de preparar o corpo para os banhos quentes, e ao retornar evitar uma mudança brusca de temperatura para o ar livre.

    Assim, os romanos elevaram o ato de tomar de banho a status de ritual artístico, e seus Thermae refletiam esses avanços fisicamente.

    O Thermae romano incluía um ritual muito mais complexo do que um processo de simples imersão ou transpiração.

    As diferentes etapas do banho-ritual (despir-se, banhar-se, transpirar, receber massagem e descansar) tornavam necessária a construção de câmaras separadas por funções para cada etapa do banho.


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    Ilustração didática de um Thermae público na antiga Roma.
    Frequentar o Thermae, diariamente, fazia parte da vida social na antiga roma.
    Os banhos públicos eram lugares onde os romanos podiam práticar esportes, fazer a higiene pessoal, realizar negócios.
    Os banhos eram um lugar de socialização, de desenvolvimento de atividades para mulheres e homens que iam tomar banhos de imersão e conversar.
    Como hoje em dia, em um clube.

    O design dos banhos romanos continham notáveis características arquitetônicas.

    Cada homem rico trazia seu próprio escravo que lhe atendia em toda a sequência de banhos. o Thermae, normalmente, tinha três entradas: uma para homens, uma para mulheres e outra para escravos.

    Os Thermae frequentemente continham um pátio, ou Palaestra.

    Palaestra que era um jardim ao ar livre utilizado para exercícios físicos.

    Em alguns casos, a Palaestra era construída em um pátio no interior do Thermae, e em outros casos a Palaestra ficava ao lado de fora.

    Quase sempre uma colunata delineava as bordas da Palaestra.


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    Reconstrução virtual:

    Termas Romanas em Segóbriga, Espanha.

    As maiores termas possuíam várias câmaras e salas com funções específicas.

    O design podia variar, mas geralmente as termas tinham um pátio central para exercícios, rodeado por um pórtico, com as câmaras para banhos ao seu redor.


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    Reconstrução virtual:

    Termas Romanas em Segóbriga, Espanha.

    Após o exercício ou o banho de piscina, os banhistas circulavam pelos quartos de banho: do morno Tepidarium, com paredes e pisos aquecidos, ao Caldarium com sua piscina quente, e a gelada piscina do Frigidarium.

    Eles também podiam usar o Sudatorium ou receber massagens dos escravos.


    Divisões de um Thermae na Antiga Roma

    Apodyterium:

    Era a entrada dos termas romanos.

    Serviam como vestiários.

    Era sempre a primeira camâra, logo após ao pórtico da entrada.

    Nesta câmera o banhista se despia e guardava suas roupas, sempre vigiadas por um escravo.


    Tepidarium:

    Câmara de temperatura morna que preparava ao banhista para o banho de água quente.


    Sudatorium:

    Câmara com vapores, parecida com a sauna moderna (sala de transpiração).


    Palaestra:

    Patio central para o qual se abriam todas as demais câmaras e era usado para exercícios físicos.


    Tabernae:

    Lojas adjacentes às câmaras de banho, onde se vendiam bebidas e comidas.


    Caldarium:

    Banhos de água quente.

    Era uma camâra luminosa e enfeitada.

    As grandes termas tinham inclusive piscinas, onde se podia nadar.

    Em termas menores, o banho era feito em banheiras ou tanques de água quente.


    Frigidarium:

    Camâra destinada aos banhos de água fria.

    Em grandes termas o frigidarium podia ser descoberto e incluía entre suas instalações uma grande piscina onde se praticava natação (Natatiae).


    Laconicum:

    Câmara seca.


    Hypocaustum:

    Sistema de aquecimento sob o pavimento, em que o ar aquecido das fornalhas circulava através de tijolos perfurados, e daí espalhavam calor no interior das paredes.


    Praefurnium:

    Local das fornalhas subterranêas que aqueciam o ar e a água das banheiras


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    An Apodyterium, pintado por Alma Tadema.
    Os banhos romanos abriam ao meio dia e fechavam ao pôr do sol.
    Nos lugares destinados às irmersões, haviam câmaras separadas para homens e mulheres; se não haviam câmaras separadas, o estabelecimento abria umas horas ao dia para mulheres e outras para homens, e só uma vez ao ano as termas eram abertas ao povo.
    Em algumas ocasiões, durante o Império, permitiu-se o banho conjunto a homens e mulheres.

    Os Thermae repúblicanos tinham instalações de banho separadas para homens e mulheres, mas durante o primeiro século depois de Cristo, o banho misto era comum.

    No entanto, a separação entre homens e mulheres foi restabelecida pelo Imperador Adriano

    A área reservada as mulheres era geralmente menor do que a área dos homens, por causa do menor número de freguesas.

    Paredes sólidas e localização em lados opostos, separavam o espaço masculino e feminino, e garantiam a privacidade.

    A separação dos sexos e as adições de atividades não diretamente relacionadas ao banho (ginástica, leitura etc) também tiveram impactos diretos sobre a arquitetura dos banhos.

    O ritual do banho romano e sua elaborada arquitetura serviram como precedente para instalações balneáreas européias e americanas.

    O declínio do Império Romano no Ocidente, a partir de 337 dc, depois da morte do imperador Constantino, obrigou as legiões romanas abandonar suas províncias periféricas e deixar os banhos serem assumidas pela população local ou destruídos.


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    Ruínas das Termas públicas romanas em Bath, Inglaterra.
    A ruptura do telhado original, causou a proliferação de algas.
    A estrutura de colunas acima do nível das bases é uma reconstrução posterior.

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    Ruínas do Frigidarium das termas romanas de Caesaraugusta, Espanha.
    Este Natatio era decorado com motivos florais e revestido com placas de mármore nos pisos e paredes.

    Thermae: Os Banhos na Roma Antiga ( Parte 2)
    25/06/2010 por The Archeology


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    Il Bagno Pompeiano, pintado por Domenico Morelli em 1861.
    Um Thermae público era construído em torno de três salas principais: o Caldarium (banhos quentes), o Tepidarium (ambiente quente) e o Frigidarium (banhos frios).

    Ao tomar um banho romano, o banhista se expunha gradualmente ao aumento da temperatura.

    Para realizar este ritual, todos os Thermae romanos continham uma série de câmaras que ficavam progressivamente mais quentes.

    A entrada era feita pelo Apodyterium, uma câmara onde o banhista trocava e guardava suas roupas.

    Em seguida, o banhista seguia para o Frigidarium, uma câmara com um tanque de água fria.

    Depois do Tepidarium (um ambiente morno), finalmente, um banho quente no Caldarium.

    Depois de passar por estas etapas do banhos de imersão, o banhista retornava ao Tepidarium para uma massagem com óleos e raspagem dos resíduos.

    Alguns Thermae continham uma sala seca para repouso (Laconium) , onde o banhista concluía o processo de repouso e sudorese.


    Apodyterium – Vestiário.

    Tepidarium – Ambiente morno. para descanso ou massagens.

    Frigidarium – Ambiente frio com banheiras ou tanques de água fria.

    Caldarium – Camâra para banhos quentes em piscinas ou tanques.

    Sudatorium – Câmara com vapores (espécie de sauna).


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    No Caldarium, pintado por Pedro Weingartner em 1900.
    Após o banho, haviam massagens com óleos perfumados e ungüentos especiais, importados principalmente do Oriente e do Egito, entre os quais a mirra e óleo de amêndoas.

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    Ruínas do Tepidarium, Termas Estabianas em Pompéia.
    O Tepidarium das Termas Estabianas era coberto por uma abóboda semicircular de madeira, enfeitada com relevos de estuque, em formato circular com pequenos nichos quadrados, separados uns dos outros por cariátides.

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    Il Tepidarium pintado por Théodore Chassériau.

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    Pompeianas no Frigidarium, pintado por Pedro Weingartner 1897.
    Era a última das etapas nos banhos públicos.
    Depois de terem os banhistas, os poros abertos com os banhos quentes do Tepidarium e do Caldarium, a imersão no tanque do Frigidarium servia para fechar os poros e finalizar o banho.

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    Ruínas de um dos tanques nas Termas Estabianas em Pompéia.
    Os primeiros banhos nasceram em locais onde era possível explorar as nascentes naturais ou águas mornas com poderes curativos especiais.
    Ao longo do tempo, especialmente na roma imperial.
    Os termas se espalharam pela cidade depois do aperfeiçoamento de técnicas de aquecimento da água.

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    Ruínas da fonte decorativa no Caldarium, Termas Estabianas.
    O Caldarium era aquecido por uma braseira abaixo do piso oco.

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    Strigils and Sponges, 1879, pintado por Alma Tadema.
    Os Strigils eram frequentemente utilizados em banhos romanos.
    O Strigil era uma pequena ferramenta curvada metálica.
    Muito utilizada na Grécia antiga e Roma para raspar a sujeira e o suor do corpo antes dos eficazes sabões se tornaram disponíveis.
    Primeiro, óleo perfumado era aplicado à pele, para depois ser raspado junto com a sujeira.
    Para as pessoas mais ricas, esse processo era muitas vezes feito pelos escravos.

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    Ruínas do Frigidarium do Termas Estabianas em Pompéia.
    O Frigidarium era uma câmara no Thermae romano onde eram tomados banhos em água fria ou gelada.
    O Frigidarium poderia ter uma forma redonda como o Terme Stabiane em Pompéia ou mais freqüentemente, retangular, com um ou mais tanques (piscinae) de água fria.

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    A Pompeian Bath, pintado por Gustave Boulanger
    Para manter a temperatura ideal e evitar o aquecimento do ambiente.
    O Frigidarium geralmente era construído ao lado norte do termas.
    A abertura no teto era pequena, apenas para garantir a iluminação.

    Thermae: Os Banhos na Roma Antiga ( Parte 1)
    25/06/2010 por The Archeology


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    Os romanos frenquentavam diariamente o Thermae e permaneciam nas suas dependências por várias horas.
    Ricos romanos iam acompanhados por um ou mais escravos.

    A palavra em latim Thermae é o termo usado pelos antigos romanos para designar os locais destinados aos banhos públicos.

    Os banhos públicos tinham diversas finalidades, entre as quais a higiene corporal, a terapia pela água com propriedades medicinais e recreação.

    Embora o uso de banhos públicos tenha sido iniciado pelos Caldeus, algumas das primeiras descrições do hábito de frequentar termas no mundo ocidental vieram da Grécia.

    Os Gregos utilizavam pequenas banheiras e lavatórios, para higiene pessoal.

    Alguns exemplos eram os banhos no complexo do palácio de Cnossos, em Creta, e as banheiros de luxo escavados em Akrotiri, Santorini, ambos construídos em meados do segundo milénio antes de Cristo.

    Os minóicos construíram banhos públicos em ginásios para relaxamento e higiene pessoal.

    A mitologia grega precisou que certas fontes naturais e piscinas eram abençoadas pelos deuses para a cura de doenças.

    Em torno destas piscinas sagradas, os gregos criaram instalações balneares para aqueles que desejassem a cura.

    Suplicantes deixavam oferendas aos deuses nesses locais e banhavam-se na esperança de uma cura.

    Os espartanos desenvolveram um banho de vapor primitivo.

    Em Serangeum, um balneum grego: câmaras balneares eram cortadas na encosta onde brotavam fontes termais.

    Uma série de nichos foram cortados na rocha para acomodar a roupas dos banhistas.

    Os gregos ultilizavam os recursos naturais do local, mas adicionavam suas próprias comodidades, tais como as decorações e nichos.

    Durante a civilização grega tardia, os balneum eram construídos frequentemente em conjunção com campos de atletismo, Palaestra.

    Os romanos absorveram muitas das práticas balneares gregas, e ultrapassaram os gregos no tamanho e na complexidade dos seus banhos.Como na Grécia, o Thermae romano se tornou um lugar focado para a atividade social e recreacional.

    Quando o Império Romano expandiu, a idéia do banho público se espalhou para todas as partes do mediterrâneo e em regiões da Europa e norte da África.

    Com a construção de aquedutos, os romanos tinham água suficiente não só para uso doméstico, agrícola e indústrial, mas também para os seus propósitos de lazer.


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    Reconstrução virtual do Thermae romano em Weißenburg, Alemanha:
    Os banhos romanos variavam de simples câmaras, à estruturas extremamente elaboradas, que variavam em tamanho, arranjo e decoração.

    Frequentar os banhos públicos era uma das atividades mais comuns no cotidiano da Antiga Roma, era praticado por todas as classes sociais, menos os escravos.

    Enquantos os extremamente ricos construíam Balneum nas suas casas, o banho dos romanos comuns ocorriam em instalações públicas chamado Thermae.

    A população poderia frenquentar também banhos privados, mediante o pagamento de uma pequena taxa.

    Porém estes Balneum não ofereciam o luxo dos Thermae públicos.

    Banhos públicos (Thermae) eram muito mais magníficos e generosamente equipados, havia bibliotecas, calçadas, piscinas e instalações desportivas.

    O mais famoso de todos os banhos romanos, as Termas de Caracalla, era forrado de mármore e imenso como um pálacio.

    Os banhos públicos de grande porte, chamados Thermae, eram propriedade do Estado e muitas vezes cobriam vários quarteirões da cidade.

    A maior delas, a Termas de Diocleciano, podia armazenar até 3.000 banhistas. As taxas para os eram bem acessiveis, dentro do orçamento dos homens livres romanos.


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    Ilustração didática reconstituindo a Thermae romana:
    Os grandes Thermae romanos ofereciam, além do ritual do banho, outras atividades como alimentação, venda de perfumes, bibliotecas e salas de leitura, performances teatrais e musicais.
    Na Palaestra, um espaço para exercícios e competições esportivas, (corridas, levantamento de peso leve e lutas).

    Casa Romana: Atrium
    25/06/2010 por The Archeology


    O Atrium (ou Átrio) era a entrada principal da casa romana.

    Era em torno do Atrium, que se desenvolvia os outros cômodos da casa.

    O Atrium fornecia a luz necessária às divisões que o circundavam; nomeadamente:

    O Triclinium; utilizado para as refeições.

    O Cubiculum; quartos de dormir, e, apenas nas casas mais ricas:

    O Balneum; verdadeiros termas romanos em escala menor.

    Muitas casas romanas ainda tinham um segundo Peristylium, o jardim.

    As casas romanas possuíam duas utilizações distintas ao longo do ano.

    O inverno era vivido no Atrium, com o sol a penetrar pelo Compluvium, e o Verão era aproveitado à sombra fresca da galeria do Peristylium.


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    Réplica de um Atrium romano clássico:
    O Compluvium inundava a casa de luz.

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    No verão, o Atrium exercia uma função mais formal na casa romana, ficando as atividades de lazer restritas ao Peristylium.

    O lazer no Atrium acontecia apenas no inverno, no caso desta pintura de Gustave Boulange, um concerto de flautas. (The Flute Player, 1861.)

    O Atrium era construído com todo o esplendor e magnificência que a riqueza do dono permitia. As características mais evidentes do Atrium eram o Compluvium e o Impluvium.


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    No Atrium exemplos de Compluvium e Impluvium

    O Impluvium é uma rasa bacia de mármore, ricamente esculpida e decorada com figuras em relevo.

    Era destinado à coleta da chuva que caia pelo Compluvium.

    As colunas de suporte eram feitas de mármore ou cara madeira.

    Entre esses pilares, ao longo das paredes, estátuas e outras obras eram colocadas.

    Junto ao impluvium, quase sempre havia um chafariz de mármore.

    O Compluvium era uma pequena abertura no telhado, feito para permitir a entrada de luz natural em todos os cômodos da casa.


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    A decoração do Atrium nas casas da roma antiga impressionava pela riqueza de mosaicos e afrescos.

    (Reprodução digital da Casa di Paquius Proculus em Pompéia, Itália)


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    Ruínas do Atrium na Casa dei Cei em Pompéia, Itália

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    Ruínas do Atrium na Casa do Fauno em Pompéia, Itália

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    Ilustração hipotética do Atrium na Casa del Fauno (The House of the Faun) em Pompéia, Itália.

    O Impluvium era uma piscina rasa afundada no chão para coletar a água da chuva.

    Alguns exemplos em ruínas estão muito bem decorados.

    A abertura no teto acima do impluvium, chamado de Compluvium e suas maneiras de se apoiar, é que se percebe os estilos diferentes de Atrium.


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    Ruínas de um Impluvium: Sempre em mármore trabalhado, coletava a água pluvial proveniente do Compluvium

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    Na pintura neoclássica The Discourse, Alma-Tadema recria em detalhes o mármore e os relevos do Impluvium.

    Denominações de Atrium

    Tuscanium Atrium:

    Este tipo não tinha colunas

    O peso do teto era sustentado por vigas, embora caro para construir, este parece ter sido o tipo mais generalizado de Atrium na casa romana


    Tetrastylum

    Corinthium Atrium:

    Este tipo era semelhante ao tetrastylum mas tinha uma maior abertura no teto e um maior número de colunas


    Displuviatum Atrium:

    De telhado inclinado, não conseguia conter grandes chuvas, que fugiam para outros pontos que não dentro do impluvium.


    Testudinatum Atrium:

    Este Atrium nao tinha nenhuma abertura em todo o teto e foi visto apenas em casas pequenas e de pouca importância.


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    Réplica: Atrium da Casa dei Dioscuri em Pompéia, Itália, fielmente recriada em Pompejanum, Alemanha.

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    Réplica: Atrium da Casa dei Dioscuri em Pompéia, Itália, fielmente recriada em Pompejanum, Alemanha.

    O Atrium era um cômodo ricamente decorado, no chão se assentavam mosaicos elaborados e nas paredes, pinturas e afrescos. Quase sempre, abrigavam um Lararium; pequeno “oratório” para os deuses do lar. Por vezes, era também no Atrium que se expunha o busto do dono da casa.

    “No Atrium, o cidadão recebia seus clientes.

    No Atrium, parabenizava-se o marido por seu casamento.

    No Atrium, o corpo do cidadão se despedia do mundo, quando o orgulho da vida acabava”


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    Um elaborado Impluvium: Relevos em mármores e estátuas mitólogicas. (At Maecenas Reception, pintado por Stepan Bakalovich, 1890.)

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    A pintura neoclássica recriava artisticamente a atmosfera da antiguidade. (A Pompeian interior, pintado por Luigi Bazzani, 1882.)

    Casa Romana: Balneum
    25/06/2010 por The Archeology


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    The Baths of Caracalla, pintado por Alma-Tadema.
    O magnífico Termas de Caracalla, citada como uma das sete maravilhas de Roma, famosa pela riqueza de sua decoração e pelas obras que continha.
    Forrado de mármore e imenso como um palácio, podia acomodar mais de 1.500 pessoas.
    Em suas dependências haviam bibliotecas, pátios, piscinas e instalações desportivas.

    Casa Romana: Cubiculum
    25/06/2010 por The Archeology
    Post em construção.


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    Cubiculum no Lupanar, Italia

    El Hipocausto - ESPANHOL



    Fontes:-

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

    Mkmouse


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    Curiosidades:

    As Aves da Caatinga

    Por ((o))eco
    terça-feira, 01 março 2016 21:14


    O único bioma exclusivamente brasileiro acaba de ter suas principais aves fotografadas e reunidas em um belíssimo pôster científico, com imagens em alta resolução e legendas que contêm a família e designação científica de cada ave, além do nome popular.

    Com isso, o casal Renato Rizzaro e Gabriela Giovanka terminou a última expedição para registrar as aves típicas de cada bioma do país.

    Eles começaram pelas aves da Mata Atlântica (2009), Pantanal (2010), Amazônia (2013), Pampa (2014) e Cerrado (2015). O lançamento do pôster da Caatinga em 2016 fecha o ciclo.

    A expedição foi inteiramente financiada por doações voluntárias, através de um crowdfunding organizado no site Catarse.

    Mais de 200 pessoas apoiaram a iniciativa que conseguiu arrecadar R$22.400.

    Em 100 dias o casal percorreu 14 mil quilômetros através da Bahia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí e Minas.

    A empreitada pode ser revista através do blog de viagem.


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    Aquisição

    O pôster Aves da Caatinga está à venda por R$35 (mais as despesas de Correio, calculadas em R$ 9,00) e pode ser enviado para qualquer lugar do Brasil.

    Há promoções como adquirir dois pôsteres da coleção por R$ 66,00 (R$ 33,00 cada + R$ 10,00 de despesa dos Correios); ou três pôsteres por R$ 93,00 (31,00 cada + R$ 11,00 de Correios).

    Todos eles têm dimensões de 50 x 70 cm, são impressos em papel couchê-fosco 230 gramas e possuem laminação fosca na sua superfície para lhes garantir uma longa vida adornando as paredes dos seus donos.

    A Coleção completa dos 6 Biomas Atlântica + Pantanal + Amazônia + Pampa + Cerrado + Caatinga está em promoção por apenas R$ 150,00 (R$ 25,00 cada) + R$ 14,00 de Correio para todo o Brasil.

    Os pedidos podem ser feitos pelo e-mail riodasfurnas@gmail.com ou pelo telefone (48) 9968-0190.



    Fontes:-

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

    Mkmouse


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    Curiosidades:

    Quer resolver a sua postura?

    Helena Santos


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    Temos a resposta para você: faça 2 minutos de alongamento diários para a coluna

    Endireite suas costas, melhore sua postura cervical e evite danos na coluna adotando técnicas corretivas e realizando exercícios de alongamento de yoga (do mestre Vytas Baskaukas).

    Com o estresse, vida corrida, má postura no trabalho, chegamos a velhinhos e parecemos uns macacos, dada a péssima postura.

    Está rindo?

    Infelizmente é verdade.

    Com o tempo, a curvatura da nossa coluna vai gradualmente dobrando para a frente, trazendo graves problemas para as articulações e para o corpo todo.


    A coluna vertebral

    A coluna vertebral é uma das áreas do nosso corpo (ou, até mesmo, “a área”) para a qual devemos prestar mais atenção.

    Devemos cuidar dela porque ela é o apoio de toda nossa estrutura física: ela nos sustém e nos resguarda em qualquer situação da nossa vida, dando proteção e firmeza.

    Ela é o nosso pilar físico, motor e muscular e, sem ela, não conseguimos nos manter de pé.

    Se você é daquelas pessoas que passa o dia sentada no computador, com certeza morre de dores nas costas e, por esse motivo, está causando um dano gravíssimo à linha mais importante do seu corpo.

    Lamentavelmente, esta situação faz parte do cotidiano de muitas pessoas pelo estilo de vida que têm.

    Quer andar na rua com uma postura correta?

    Quer levar uma vida mais saudável livre de problemas graves de coluna?

    Siga nosso exercício para adquirir uma postura correta, endireitar sua coluna e libertar a tensão acumulada nessa região do corpo.


    Exercício de alongamento para endireitar a coluna do mestre de yoga Vytas Baskaukas


    Materiais necessários:


    Exercício de alongamento:


    Como se sente?

    Revigorado?

    Revitalizado?

    Esse alongamento traz mobilidade e flexibilidade para o seu corpo.

    Com a prática diária desse exercício, suas dores de coluna desaparecerão num instante!

    Apesar do inglês, confira visualmente os alongamentos nesse vídeo:

    Gostou do exercício?

    Compartilhe com seus amigos que também sofrem de dores na coluna!


    Técnica Para Ajustar La Columna



    Fontes:-

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2019

    Mkmouse


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    Editor:- Jarbas Borges - Ano 08 - Edição nº 098 - 31 Agoto de 2019
    Revista Mensal Mkmouse - Ano de 2019