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Mkmouse - Revista Mensal Edição nº 081 - 084 - 31 Julho de 2018

Curiosidades:

10 Dicas Imperdíveis para Você Ser Aprovado na Entrevista de Trabalho

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A entrevista de trabalho, ás vezes, é sua única chance de fazer uma boa primeira impressão e “vender-se” como o candidato perfeito para o emprego.

Então, a partir de agora, aprenda a se planejar e evitar erros comuns em entrevistas de emprego.

1) As 10 Dicas Imperdíveis para Você ser Aprovado na Entrevista de Trabalho:

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1) Pesquise antes


2) Faça uso do mesmo vocabulário


3) Saiba o nome do seu entrevistador


4) Não fale muito e rápido demais


5) Se conheça


6) Reveja seu currículo


7) Vista-se de acordo


8 ) Chegue a tempo


9) Ouça com atenção


10) Seja você mesmo


Extra:



2) Erros comuns feitos durante entrevistas de emprego

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3) As primeiras impressões são determinadas pela(s)

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4) Coisas que têm um impacto sobre as primeiras impressões

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5) 6 perguntas mais prováveis de serem feitas


6) 3 dicas de entrevista mais importantes


Gastar um pouco de tempo e esforço se preparando podem ser o fator decisivo para ser aprovado em uma entrevista de emprego.


Confira também este infográfico com 33 dicas para sua entrevista de emprego.

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Fontes:-

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São Paulo, SP, 31 Julho de 2017

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    Curiosidades:

    A evolução dos biquínis nos últimos 70 anos

    by Ketlyn Araujo Published on 23 de setembro de 2016

    Ingredientes:

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    © Stylight
    Moda

    Moda praia também pode servir como aula de história, sabia?

    O primeiro biquíni foi desenhado pelo estilista francês Louis Réard, lá em 1946.

    Desde então, são 70 anos de beachwear ao longo da história, com mudanças significativas de estilo, tecidos e, claro, conforto das peças.

    Na linha do tempo a seguir você confere o que era mais hype na moda praia desde o surgimento do traje mais queridinho do verão brasileiro!


    Anos 40: o começo de uma nova era

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    Usar biquíni ainda era uma raridade na década de 40, e as peças deixavam a desejar no quesito conforto.

    Algodão e linho eram os tecidos mais usados, e isso resultava em dores de cabeça: esses materiais costumavam pesar muito quando molhados.

    Motivos florais, poás e cintura alta faziam parte das tendências da época, combinadas com acessórios como lenços nos cabelos e sapatos com solado de cortiça.


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    Anos 50: romantismo na moda praia

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    O biquíni começou a ser popular na Europa graças à atriz Brigitte Bardot, que apareceu vestindo a peça no festival de Cannes, em 1953.

    Já nos Estados Unidos o traje não era tão comum assim, e demorou um pouco mais para cair no gosto das pessoas.

    O modelo dos anos 50 seguia a mesma linha de design dos anos 40, mas com uma maior variedade nas estampas.

    As mulheres usavam seus conjuntos unidos a óculos de sol no estilo gatinho, uma das tendências mais conhecidas do período.


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    Anos 60: onda futurista

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    Foi na década de 60 que os biquínis finalmente se tornaram populares no Brasil (agradecemos a Leila Diniz e sua icônica foto grávida – e usando biquíni - na praia, uma ousadia para a época).

    Com a evolução da moda, a peça foi se adaptando ao conforto das mulheres, já que tecidos como lycra, calcinhas de cintura baixa e sutiãs modeladores entraram no cardápio de opções.

    Nesse período, também, estampas geométricas eram o que havia de mais quente em matéria de estilo – e tinham tudo a ver com os cortes de cabelo dessa fase, menos óbvios e mais descolados.


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    Anos 70: crochê, paz e amor

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    Anos iam passando, e os biquínis diminuindo de tamanho.

    Na era hippie dos anos 70, o modelito de biquíni que mais bombava tinha duas características principais: era, na maioria das vezes, colorido e feito de crochê.

    Nessa mesma época, as calcinhas tipo tanga também caíram no gosto das mulheres. Nos pés, plataformas generosas.


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    Anos 80: a era disco chega à praia

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    A moda oitentista tinha um quê esportivo, cores que obedeciam a uma cartela neon e acessórios até dizer chega – na praia não poderia ser diferente.

    As calcinhas eram super cavadas e os maiôs estavam em alta. Nos cabelos, faixas, bonés e viseiras.


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    Anos 90: da Califórnia para o mundo

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    Animal print (de preferência estampa de onça), maiôs vermelhos no maior estilo SOS Malibu e acessórios como o mix de pulseiras de acrílico e brincos de argola compunham os looks de praia dos anos 90.


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    Anos 2000: barriga em evidência

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    Foco nesse umbigo.

    A princesinha do pop Britney Spears foi a culpada por fazer do piercing no umbigo uma verdadeira febre da década.

    E, já que o momento era de evidenciar a barriga, nada como uma moda praia que ajudasse nessa missão.

    A calcinha mais popular tinha formato de triângulo, e os tops eram tipo cropped (soa familiar?).

    Junto com isso, estavam em alta chapéus e óculos com lentes coloridas.


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    2010: a moda é ser fit

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    Ainda que seja difícil prever o que vai ficar da nossa década atual, alguns detalhes já podem ser classificados como tendência no beachwear de agora.

    Biquínis com tiras, que se assemelham ao strappy bra, formas geométricas e tecidos esportivos, como neoprene, estiveram presentes nos últimos anos.

    Os óculos, para ter cheiro de tendência, têm de ser, ou redondos, ou espelhados.


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    Fontes:-

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2017

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    Curiosidades:

    Aprenda mais sobre queijos e como escolher os melhores

    Você sabia que o queijo apareceu antes da escrita?

    E, desde então, milhões de pessoas em todo o mundo não conseguem imaginar suas vidas sem ele.

    Mas, infelizmente, nem todos sabem como distingui-los, combiná-los com outros produtos e escolhê-los corretamente.

    Nós, do Incrível.club decidimos criar um pequeno guia sobre este assunto para você.


    O que é o queijo?

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    © depositphotos.com

    Como o queijo é produzido?

    O leite é pasteurizado, fermentos lácteos ou coalhada microbiana são adicionados (às vezes todos juntos), coagulados, separam-se os grãos da coalhada do soro, e então, passam pelos processos de prensagem e maturação.

    O último estágio pode durar de um mês a vários anos até que o queijo esteja pronto.

    No mundo existem mais de 2 mil variedades de queijos e cada um deles é único.

    São feitos do leite que pode ser de cabra, vaca, ovelha, égua, camelo e até mesmo de iaque.

    Para os vegetarianos, pode-se até encontrar versões de soja ou tofu.

    As classificações são muitas, mas em geral podem ser divididas em:

    Estes últimos, por sua vez, se dividem em:

    Continuaremos a conversa sobre isso daqui a pouco.


    Como armazenar o queijo

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    Embora, na verdade, o queijo em si seja leite coalhado, existem certas regras para seu armazenamento.

    Um de alta qualidade pode durar muito tempo.

    Mas se for conservado de forma inadequada, pode ser cobrerto de mofo, desintegrar-se, azedar e perder o sabor.

    O melhor lugar para um queijo é um recipiente de vidro com um pedaço de açúcar para absorver o excesso de umidade, que deve ser de 90%.

    A temperatura ideal de armazenamento é entre 3 e 8 °C.

    Quão guarde os queijos junto com carne, bacon ou peixe e não os coloque na mesma prateleira que os embutidos.


    As propriedades úteis do queijo

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    O queijo contém uma alta porcentagem de proteínas (até 25%), gorduras (até 60%), cálcio, zinco, fósforo e ácido fólico, elementos que são digeridos melhor que no leite.

    Também melhora a digestão, estimula o apetite e afeta favoravelmente o sistema endócrino.

    Além disso, a grande quantidade de vitaminas A, D, E, B1, B2, B12, C e PP ajudará a compensar a falta desses elementos em seu corpo.

    Queijos de leite de cabra e de ovelha caem no gosto das pessoas com intolerância à lactose e podem variar na quantidade de calorias e gorduras.


    Queijos duros e semiduros

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    Queijos duros são aqueles com buracos.

    Eles são caracterizados por seu baixo teor de umidade, o que diminui a velocidade de desenvolvimento de microorganismos, por isso eles são preservados por mais tempo que os macios.

    Eles maturam de 4 semanas a vários anos.

    Quanto mais denso, mais maturado.


    Queijos macios

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    Queijos macios estragam mais rápido que os duros, devido à sua alta porcentagem de umidade.

    Algumas variedades podem ter uma casca de mofo (camembert, brie) ou uma crosta natural (mara, romadur).

    Têm até 85% de proteínas digeríveis, uma grande quantidade de cálcio, fósforo e magnésio.

    Tipos: brie, camembert, roquefort, gorgonzola, ricota, mascarpone.


    Queijos em conserva

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    Estes queijos são maturados na salmoura e, portanto, não têm crosta.

    Seu teor de gordura não é superior a 45% e o de sal chega a 7-10%.

    Eles são ricos em  cido fólico e vitaminas A, B, C, E, PP.

    Tipos: mozzarella, feta, chechil, halloumi.


    Queijos de coagulação ácida

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    A principal diferença entre os queijos de coagulação ácida e o requeijão é o método de fermentação do leite.

    Para isso, são utilizados lactobacilos.

    Às vezes, as enzimas coagulantes são adicionadas ao coalho fermentado.

    Este tipo de queijo é chamado misto.

    Tipos: Harzer, Handkase, Milbenkase, blue cheese, Miner


    Como escolher um queijo de alta qualidade

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    • Preste atenção.


    • Cheire-os.


    • Toque-o.


    • Experimente.


    Queijo e vinho

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    • O vinho branco combina melhor com queijo do que o tinto.


    • Queijo mofado, especialmente azul, afoga a delicadeza do buquê de vinho branco.


    • Para acompanhar um prato de queijos macios, escolha vinhos rosés e demi-secs.


    • Os vinhos suaves frutados acompanham o queijo de leite de cabra.


    • Os sommeliers de queijo não reconhecem a combinação de queijo duro com sabor forte e vinhos brancos doces, mas aconselhamos que você experimente essa mistura.


    • A escolha do vinho depende do grau de maturação do queijo.


    • Queijo e vinho da mesma região é uma das melhores combinações que existem.


    Você conhece algum segredo para escolher um bom queijo?

    Compartilhe com o mundo!



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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2017

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    Curiosidades:

    Ativação da glândula pineal!
    Homem abre terceiro olho com um ímã

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    Alguma vez você já ouviu a expressão:

    Ao usar a extremidade norte de um ímã um homem supostamente abriu a glândula pineal (terceiro olho) para ver não só as coisas nesta dimensão, mas além dela também.


    Experimento estimulador da glândula pineal de Walter Rawls.

    O seguinte é um trecho de um ebook livre de David Wilcock chamado: “A Ciência da Unidade”

    Walter Rawls trabalhou com os efeitos de campos magnéticos monopolares sobre a matéria com o falecido Albert Roy Davis, me contou em uma conversa telefônica sobre suas experiências com o polo norte de um ímã sobre a glândula pineal.

    A máscara foi feita posicionando o fim do polo norte de um longo ímã cilíndrico para ativação da glândula pineal!

    O objetivo foi estimular a glândula e ver se havia alguma coisa neste negócio de “terceiro olho”, a exposição foi em intervalos de 10-30 minutos por dia durante um período de cerca de 4 semanas.

    Na primeira semana ele estava sentado em sua mesa lendo documentos quando notou algo se mover para fora do canto de seu olho, quando ele olhou para cima a figura fantasmagórica de um homem tinha andado através da parede atravessando a sala e desaparecendo através de outra parede, a figura estava totalmente inconsciente de Walter, outras exposições a este campo de polo norte do imã ocorreram ao longo de uma segunda e terceira semana.

    Na segunda semana, a mesma figura fantasmagórica atravessou a sala e olhou para Walter quando passou, desta vez a figura parecia ter um pouco mais de detalhes, não era tão fantasmagórica.

    Na terceira semana enquanto estava ocupado trabalhando em documentos Walter notou uma mudança no ambiente, quando ele olhou para cima, a parede tinha se dissolvido e ele estava olhando para uma pequena colina onde um homem e uma mulher estavam sentados debaixo de uma árvore, era a mesma figura masculina fantasmagórica que ele tinha visto em outras ocasiões, ele sentou-se e continuou a observar esta cena pastoral durante vários minutos.

    O homem olhou para Walter e parecia assustado, era como se ele visse claramente Walter neste momento e possivelmente reconheceu Walter como o fantasma que tinha visto na semana anterior!

    A imagem desapareceu e a parede foi restaurada à sua condição normal, a partir desse momento Walter nunca mais usou o estimulador pineal novamente.

    Rawls coescreveu um livro sobre o magnetismo intitulado: O Projeto Magnético da Vida de Albert Roy Davis e Walter Jr. Rawls.

    Wilcock acrescentou:

    Curiosamente as obras de Charles Fort mencionam que muitos estudos “espiritualistas” foram feitas na virada do século 20 por organizações como a Sociedade Americana de Pesquisas Psíquicas, que diretamente correlaciona uma maior frequência de aparições de fantasmas e atividade paranormal com maiores emissões energéticas do Sol.


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    Neste caso, o Sol parece estar fornecendo uma energia extra de consciência permitindo que os seres humanos de outra maneira normal vejam outros reinos e/ou causem um efeito de mistura entre realidades, e como veremos em um minuto, parece haver algumas pessoas que podem ver estes reinos e realizar proezas psíquicas nelas sem qualquer estímulo energético exterior.

    Em 2007 descobrimos algumas informações novas sobre a glândula pineal que aparecerá nos volumes posteriores desta série, por outro lado, o interior da glândula, na verdade o tecido, tem uma composição muito semelhante à da retina do olho, assim, a noção de ser um “terceiro olho” pode ser muito mais interessante do que a maioria das pessoas dão crédito, pode muito bem que a glândula pineal seja a mais importante glândula de “interface” hiperdimensional que temos.

    Parece que a glândula funciona em um processo muito simples, ou seja, um volume em forma de barril de água, totalmente protegida da energia eletromagnética, som e outros choques do nosso próprio espaço-tempo, formando uma porta de entrada para o espaço-tempo, este reino metafísico que as várias experiências que estamos discutindo batem, o interior da glândula é preenchido com água.

    Mais sangue flui através da glândula pineal do que qualquer outra parte do cérebro, isto é um fato documentado, o depoimento de testemunhas também sugere que naturalmente têm um escudo eletromagnético em torno da água dentro da glândula, e que a integridade deste escudo é muito, muito importante.

    O uso de drogas como o LSD pode distorcer e temporariamente desativar o escudo, criando efeitos de consciência interdimensionais que podem ser perigosos, supostamente o uso de tais drogas cria “rachaduras” no escudo protetor que nunca desaparece, e se uma pessoa fica muito “aberta” muito rapidamente, pode haver efeitos desastrosos sobre a sua sanidade.

    Assim no caso acima, parece que um processo estritamente eletromagnético pode interromper temporariamente o escudo da glândula pineal do mesmo modo, nós não recomendamos que você tente isso em casa.


    Glândula Pineal e imãs.

    Devem-se ponderar os efeitos sobre a glândula pineal se houvesse uma inversão do polo magnético, além disso, como é que os hemisférios em nossos cérebros seriam afetados pela mudança do magnetismo ?

    Em outro artigo intitulado “A Mística Glândula Pineal” sobre ímãs e a glândula pineal afirma-se:


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    Colocar um ímã (preso por adesivo) na sua pele acima do seu terceiro olho (localizado entre os seus dois olhos físicos, mas um pouco acima dos olhos) por algumas horas ao longo do dia também vai estimular a glândula pineal e ajudar na descalcificação dela.

    Ímãs fazem com que o corpo se torne alcalino, especialmente a parte do corpo onde o ímã está ligado, qualquer ímã força (Gauss) vai funcionar, mas apenas use ímãs na área da cabeça durante as horas de vigília, a energia de Ra (Sol) vai ampliar a força do efeito do ímã sobre a glândula pineal.


    O campo magnético e a glândula pineal.

    Num estudo sobre o efeito do campo magnético da terra sobre a glândula pineal, foi determinado que o geomagnetismo parece ser uma das condições ambientais que aumentam a atividade pineal.


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    Recentemente, tem havido um considerável interesse no efeito do campo magnético da Terra (CMT) em organismos vivos, particularmente como um localizador de direção (Baker, 1980, 1981; Hüsing, 1960), esse interesse parece estar se espalhando em campos muito mais esotéricos, a parapsicologia é um deles, há sugestões de que a capacidade psi está relacionada a mudanças na intensidade do campo magnético (egPersinger, 1989), existe a sugestão de que a capacidade psi está relacionada com a glândula pineal (Roney Dougal, 1989) e a glândula pineal é afetada por variações geomagnéticas como detalhado neste artigo, há sugestões de que a capacidade de radiestesia está relacionada com o CMT (Williamson, 1987), há sugestões de que os fenômenos ufológicos estão ligados com áreas de anomalia geomagnética (Devereux, 1982), e os fenômenos ufológicos parecem ter um componente psi (Roney – Dougal, 1991).

    Colocando todas essas peças individuais em conjunto uma imagem intrigante emerge sugerindo que a velha ideia de um “sexto sentido” pode ser apenas isso, uma sensibilidade para o CMT, no entanto essa sensibilidade é uma percepção subliminar, e assim o processo psicológico pelo qual tomamos conhecimento dessa informação é em muitos aspectos semelhantes àquela pela qual nos tornamos conscientes de insumos PSI (Roney – Dougal, 1987).

    De um nível prático, subjetivo portanto, a consciência da CMT e a conscientização de informações psi se manifestarão de forma muito semelhante, assim o mapa da radiestesia (consciência de impressões psi) e o campo da radiestesia (consciência de impressões eletromagnéticas) se manifestam de forma semelhante, o radiestesista obtém informações a partir do balanço de um pêndulo ou de hastes, sendo estes uma espécie de ferramenta de retorno de informação biológica informando a mente consciente de respostas subliminares corporais, isto sugere, como acontece com a minha pesquisa em mais percepções subliminares tradicionais, que a linha entre a percepção dos sentidos e a percepção psi é muito difusa, uma fusão imperceptível de uma para a outra.

    Em outras palavras, a consciência pode ser alterada quando a glândula pineal é estimulada através de mudanças em ambos os campos eletromagnético ou geomagnético


    A ressonância de Schumann e a glândula pineal.

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    A ressonância de Schumann é a frequência do campo eletromagnético da Terra, mudanças no campo magnético da Terra afetam a produção de serotonina e melatonina da glândula pineal, bem como os níveis de acetilcolina do tronco cerebral.

    A ressonância de Schumann é a frequência do campo eletromagnético da Terra, mudanças no campo magnético da Terra afetam a produção de serotonina e melatonina da glândula pineal, bem como os níveis de acetilcolina do tronco cerebral.

    O ponto de partida.

    A lição que podemos aprender com essas experiências é encontrar um equilíbrio energético com a Terra e o Sol, pois quanto mais nos afastamos da natureza tanto mais desequilibramos nossos corpos, e para a nossa glândula pineal trabalhar da melhor maneira, tanto um equilíbrio interno como externo deve ser alcançado.



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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2017

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    Curiosidades:

    Quem foi o primeiro ser humano?
    Na verdade, ninguém.


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    É verdade que “Quem foi o primeiro ser humano” é uma pergunta que qualquer um de nós faria.

    Mas, na prática, ela é inaplicável e revela nossa confusão a respeito de como a vida evoluiu e, principalmente, sobre a dissociação entre as espécies como elas são na realidade e a classificação que damos a elas para fins de estudo.

    Primeiro, sobre classificação. Classificamos as coisas por um motivo muito simples, óbvio, e até ridículo: por que fica mais fácil estudar.

    Classificamos os seres vivos em unicelulares, pluricelulares, plantas, animais, mamíferos, primatas, humanos, simplesmente por que isso facilita a compreensão sobre as diferentes espécies de seres vivos no planeta. Mas é uma idealização grosseira da realidade.

    Necessária, mas grosseira.

    Mas quando entramos na realidade da vida biológica, as coisas não são tão simples assim.

    Não há uma linha divisória clara sobre os seres vivos.

    E, quando o assunto é a evolução das espécies, a coisa fica ainda mais nebulosa.

    Se fosse possível olhar para trás no tempo e acompanhar, retroativamente, a evolução humana (ou de qualquer ser vivo) como ela se deu, não seria possível encontrar um ponto onde, de um lado, temos um ser humano, e de outro, temos uma outra espécie.

    Não é assim que funciona.

    As mutações que acontecem com os seres vivos são graduais e vão “mudando” os seres aos poucos.

    Em algum momento, o conjunto das mutações que fez certas populações sobreviverem é tal que aquela população pode, definitivamente, ser considerada outra espécie.

    Mas não é algo que ocorre da noite para o dia, e nem algo que seja possível determinar em um ponto específico.

    A melhor analogia para esta situação é comparar com nosso próprio crescimento em vida.

    Embora o ser humano seja classificado como, grosso modo, criança, adolescente, adulto e idoso, não há como dizer exatamente em que momento a pessoa se torna de uma criança em um adulto.

    Não é como se você pudesse ir dormir um dia como criança e acordar no outro como adolescente.

    Quando você menos espera, você já está do outro lado.

    É mais ou menos isso o que acontece na evolução das espécies: ao invés de “inícios” e “fim”, a evolução humana é um “degradê” que gradualmente transforma uma espécie em outra.

    Então, se você dividisse cada mutação dos nossos ancestrais como se fosse uma foto, não seria possível encontrar um “primeiro humano”.

    Num momento, ele não é, no outro, ele é. Isso parece contraintuitivo, considerando que passamos a vida inteira aprendendo a definir fronteiras entre as coisas, mas o mundo físico não é muito interessado em fronteiras.


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    Observe esta imagem do espectro de cores. Imagine que cada cor represente uma espécie na linha do tempo da evolução humana. É possível dizer onde o vermelho termina e o rosa começa?

    Os fósseis de seres vivos encontrados são classificados de forma a nos dar um “norte” (como dizemos por aqui), para nos guiar em relação a quanto no tempo e em que contexto da evolução estes fósseis estão inseridos.

    Mais uma vez, por que facilita o estudo e nos ajuda a interpretar melhor a questão.

    Eles não representam necessariamente “limiares” entre uma espécie e outra, como se fosse possível encontrar, na geração anterior a deste fóssil, imediatamente uma outra espécie.

    Em outras palavras, pare de querer encontrar um “elo perdido” entre humano e primata.

    Você não vai encontrar um (até por que nós ainda somos primatas).


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    A estrada imaginária da evolução humana: Cada espécie ali representada serve apenas como demarcações para a melhor compreensão do contexto onde estas se inserem na evolução e não correspondem a “estágios intermediários”. São apenas os fósseis que encontramos, apenas alguns “frames”  do filme da evolução da vida.

    O vídeo abaixo explica muito bem e de forma ilustrativa esta questão. Infelizmente, o vídeo está em inglês, mas ele é inspirado pelo livro “A Magia da Realidade”, do Richard Dawkins, que eu inclusivé recomendo muito.

    Confira o vídeo, que é instrutivo nesse sentido:



    Fontes:-

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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2017

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    Remédio Caseiro que Recupera até 97% da Audição

    No decorrer da vida, todas as pessoas se deparam com muitos problemas de saúde, sendo que alguns são temporários e outros permanentes como os problemas de audição, que aparecem em todas as fases da vida, mas principalmente em pessoas mais idosas.

    A perda da audição dificulta a vida das pessoas, porque a sua capacidade de fazer as coisas diminui muito, pois a audição é um importante sentido e isso faz com que seja muito difícil viver sem ela.


    Fatores que causam a perda da audição

    São muitos os fatores que provocam a perda da audição, como o constante barulho no trabalho, uso de fones de ouvido, herança genética, limpar o ouvido com objetos que prejudicam, como grampos e palitos de fósforo, tomar banho no mar ou piscina e deixar entrar água no ouvido, entre muitos outros.

    A pessoa com pouca ou nenhuma audição começa a viver com muita dificuldade, pois ela não pode entender o que as pessoas falam, fica difícil também dirigir, estudar e realizar outras atividades.

    Existem muitos remédios e tratamentos que prometem trazer a audição de volta, no entanto, a maioria é muita cura, se tornando mais propício investir em uma receita caseira.


    Remédio natural que recupera a audição

    Existe um remédio natural muito eficaz que ajuda a recuperar a audição totalmente ou uma boa parte.

    O melhor desse remédio é que ele pode recuperar a audição de pessoas idosas de 80 a 90 anos.

    Muitos acreditam que esse remédio pode recuperar até 97% da audição de pessoas de todas as idades.

    O ingrediente principal dessa receita caseira para recuperar a audição pode ser encontrado na cozinha, se trata do alho, que além de ajudar na recuperação da audição é um dos alimentos mais saudáveis do mundo.

    O alho é rico em propriedades medicinais que são muito úteis nos tratamentos de diversos problemas de saúde.


    Receita do remédio caseiro para recuperar a audição

    Ingredientes:


    Como preparar:

    Descasque os dentes de alho, lave-os e esprema até tirar todo o suco deles. Depois, misture o suco de alho com o azeite e ponha a mistura em um conta-gotas.


    Como usar:

    Pingue três ou quatro gotas do remédio caseiro no ouvido.

    Feche o ouvido com gaze ou algodão.

    Deite-se um pouco para ajudar o óleo a penetrar profundamente.

    Repita o procedimento diariamente e em pouco tempo verá os resultados.

    Portanto se está perdendo a audição ou conhece alguém que está passando por esse problema, experimente esse remédio caseiro e verá que em poucos dias, o problema vai melhorar e pode até desaparecer.



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    São Paulo, SP, 31 Julho de 2017

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    Editor:- Jarbas Borges - Ano 07 - Edição nº 081 - 084 - 31 Julho de 2018
    Revista Mensal Mkmouse - Ano de 2018